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Biografia de Maçons Famosos
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Direitos Autorais Reservados - É proibida a reprodução total ou parcial deste trabalho sem a autorização expressa do autor - José Carlos de Araújo Almeida Filho Este texto está protegido por senha. Em caso de alteração de seu conteúdo, ele apagará.
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Capítulo do Livro

A MAÇONARIA AO ALCANCE DE TODOS

Nós, Maçons, sofremos, sempre, com as crendices populares, o fanatismo de ataques e a falaciosa assertiva de que fazemos pacto com o demônio. A isto, nos associam ao bode preto. Sem dúvida, fruto da anti-maçonaria.

Este tema, sem dúvida, é bastante interessante, pois aniquilará, de vez, com as maldades implacáveis com que nos atacam.

Começarei apresentando uma carta recebida do tio de minha esposa, Nildo de Freitas Góes, Barretos/SP, um Maçom em todos os sentidos do termo - bom pai, bom marido, bom profissional -, sem dúvida alguma, uma pessoa boa e querida por todos:

No dia da minha iniciação na Ordem, recebi uma bela carta, do Irmão Edson Modugno, hoje secretário da Loja Amor e Caridade, em Petrópolis: Como se vê, nestas duas cartas a mim dirigidas, o trato Maçônico é muito diferente do que normalmente se costuma pensar. Ao invés de mantermos um pacto oculto com o demônio, praticar rituais de satanismo e outras crendices sem qualquer fundamento, há sempre um apoio e um carinho fraternais - não só entre os Maçons, como com qualquer pessoa.

Conheço, inclusive, o caso de uma esposa de Maçom que, sem conhecer a Ordem, tinha certa preocupação de seu marido nela entrar, até que pessoas fizeram por ela diversas coisas, sem qualquer interesse, desconhecendo serem elas Maçons.

Ao ser questionada sobre o ingresso de seu marido na Ordem, não hesitou em concordar, pois descobrira que aquelas pessoas eram Maçons. Assim trabalham os Maçons, ou seja, fazem o bem a qualquer preço, sem necessitar de reconhecimento, ou exigir aprovação do que fizeram. Os Maçons trabalham em silêncio, uma vez que o bem que nós fazemos não precisa ser revelado.

No entanto, somos alvos de ataques maliciosos, de anti-maçons.

De tudo o que vimos até agora, já se pode concluir que a Maçonaria não possui qualquer mistério, a não ser a curiosidade e a maledicência de pessoas que não têm o menor compromisso com a verdade.

Ser Maçom, adotar a Maçonaria como entidade, deixar que ela faça parte de você, não é tarefa fácil. Não somos, também, fanáticos, irreligiosos ou ateus estúpidos.

A maior prova disso é que não criticamos qualquer religião, seita, raça ou pensamentos filosóficos. A Maçonaria é uma associação constituída por homens de bem, cujos valores morais são elevados.

Esta breve introdução se fez necessária, para analisarmos as crendices populares. Conjuntamente, veremos que ela faz parte de ataques anti-maçônicos.

O leitor já observou que sempre fazemos uma pequena introdução, antes de entrarmos no assunto. É para que a leitura fique mais agradável e, com isso, se possa entender melhor o que desejamos apresentar ao público profano - ou leigo.

A primeira e, talvez, a mais forte crendice popular, deriva do bode-preto. Quem será esta figura sinistra e assustadora?

Na realidade, o bode é encarado no esoterismo de diversas maneiras: fonte do materialismo, a matéria sobre o espírito, a brutalidade, se analisarmos pelo lado negativo. No entanto, há corrente doutrinária que entende o bode como o elemento da natureza que está nos campos, de cabeça ereta e, por andar próximo das montanhas, seria o ser ( que não voa ) que estaria mais perto de Deus.

Há uma parábola antiga, de um homem que queria ver Deus, mas não conseguia e, então, perguntou a um sábio como faria. Deveria ele subir uma montanha? O sábio respondeu que não bastava subir a montanha, pois ainda assim ele não veria Deus, mas, sem dúvida alguma, estaria mais perto dele.

A mensagem é de grande importância. Não basta estar acima para se estar perto de Deus, ou para vê-lo. No caso, em uma figura metafórica, a subida ao topo de uma montanha significa o caminho para encontrar a Deus, ou seja, o homem deve passar pela vida no intuito de encontrar e ver Deus.

A montanha é como uma caminhada, uma jornada, onde o homem, ao chegar ao fim, pode ser até que não tenha visto Deus, mas, sem dúvida, estará mais perto dele.

Então, por que não olharmos para o bode como uma figura que se encontra no alto das montanhas, cabeça erguida e com força para dominar seus inimigos?

Os homens transformaram o bode em símbolo de bestialidade, por usar ele chifres e se parecer com o demônio. Assim, dizem que os Maçons são bodes pretos - talvez pelo uso do terno preto.

A vida é dual. Basta analisarmos o símbolo do Taoísmo:

O que significa duas bolinhas, uma preta e uma branca, com mais duas bolinhas da mesma cor, dentro umas das outras?

A dualidade da vida - em tudo de bom, pode haver algo ruim, como em tudo de ruim, pode haver algo de bom. Assim, se observarmos o bode como a figura distinta, no pé das montanhas, de cabeça ereta e " terno preto ", até poderíamos aceitar a confusão de nos chamarem de bode ou se admitir que haja um bode escondido na Maçonaria.

No entanto, isto não passa de uma crendice.

Mas, já que tocamos no ponto do bode, vamos analisar seu aspecto esotérico, sem que isto tenha qualquer relação com a Maçonaria. Repetimos: não há qualquer relação com a Maçonaria. Somente para se ter uma idéia, segue foto criada por um anti-maçom ferrenho, extraída do livro " Is It True What They Say about Freemasonry? ", de Art deHoyos e S. Brent Morris, Masonic Information Center, Silver Spring, Maryland, 1997:

O responsável pelas divulgações medonhas da Maçonaria foi um ex-maçom, Léo Taxil, que, antes de morrer, se arrependeu das barbáries que provocou. No entanto, já era tarde, pois ele havia germinado uma semente pavorosa, que os incultos preferiram acreditar.

A foto acima foi imputada à uma teoria de que Albert Pike, Grande Comendador do Conselho do grau 33, teria proferido sua doutrina entitulada "Luciferian Doctrine ". Não passou de mais uma idéia absurda de Taxil.

Sem dúvida, é mais fácil se acreditar no lado negativo do que no positivo. No entanto, até o presente momento, apresentamos suficientes argumentos de que as calúnias contra a Maçonaria não passam de falácias produzidas por mentes fracas, despreparadas e sem qualquer fundamento.

Viu-se, na foto acima, um bode - meio homem -, às portas de um Templo Maçônico. Não passa, pois, de uma idéia absurda e fantasiosa de Taxil.

O bode, no esoterismo, possui diversas interpretações - fecundidade, materialidade, captação de cargas negativas, animal próprio para o sacrifício ( mensagem em Levítico - Bíblia entre o capítulo 4 e o 23, há vinte e três versículos que mencionam o bode ) e, vulgarmente, conhecido como a semelhança de satã.

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Na foto abaixo, aparece o bode a quem atribuem a figura de satã:

Em determinadas aldeias, há um bode como símbolo de proteção, uma vez que a ele se atribui a capacidade de captar as cargas negativas, sendo certo que para estes aldeões, nem mesmo a Idade Média cristã teve o cunho de abandonar esta figura.

A figura de Pã, metade homem, metade bode, também contribui para as crendices sem fundamento. Aliás, a palavra pânico é derivada de Pã, pois conta o mito que ele era tão feio e assustador, que sua própria mãe teria fugido logo após o seu nascimento. Assim, Pã vivia nas florestas, assustando as pessoas.

O bode, vulgarmente, está sempre associado a coisas maléficas, mas é símbolo, também, de fertilidade.

Com relação ao bode preto, a quem insistem afirmar ser uma figura da Maçonaria, só podemos chegar a três conclusões: os Maçons procuram se aperfeiçoar enquanto homens, sendo certo que a crença em Deus é forte e sem ela não se pode ser Maçom. Assim, poderíamos adotar a primeira idéia, de que o bode vive no alto das montanhas e, simbolicamente, perto de Deus. A figura preta viria pelo terno que se usa.

A segunda conclusão, é que as pessoas ignorantes insistem em afirmar que a Maçonaria cultua satã e, na terceira, que no Templo Maçônico se praticariam sacrifícios.

Ocorre, porém, que ninguém ouve falar, abertamente, de seitas de adoração a satã.

A única conclusão certa é que não existe na Maçonaria esta figura folclórica. Não há qualquer bode ou bode preto. Quem assim afirma, é porque desconhece, totalmente, o espírito maçônico.

Devemos, mais uma vez, a Léo Taxil, as aberrações cometidas, inclusive no que diz respeito ao culto ao demônio e à adoração a um inexistente bode.

Aliás, se admitirmos que todos os seres viventes são filhos de Deus e que a natureza faz parte da obra Divina, não podemos conceber qualquer mal em animais, plantas e demais seres. Os homens, alguns o são, mas quanto aos animais, pela própria falta de discernimento, não há como se atribuir maldade.

O próprio São Francisco de Assis, padroeiro particular deste autor, amava a todos os animais, indistintamente. Como, então, ir contra a este maravilhoso vulto da História?

Admitirmos que os animais possuem bestialidade ou seriam encarnações satânicas, seria uma incoerência e estaríamos desprestigiando o próprio Francisco de Assis - figura bondosa e Santo, por excelência.

A natureza é bela e belos são seus frutos. O bode, pobre do bode, é fruto desta natureza e, a não ser por figuras metafóricas ou mitológicas, o animal não tem qualquer relação com anomalias e bestialidades.

Pensemos, por exemplo, como já tivemos oportunidade de escutar, que determinada planta deveria ser exterminada do jardim, porque dá "azar". Ora, da mesma forma que os animais, as plantas são belas e são fruto da natureza. A natureza, por sua vez, é fruto do Grande Arquiteto do Universo. Como atribuir a animais e plantas qualquer malefício?

Analisemos, agora, uma outra situação:
- nossa mente é poderosa e nosso corpo expele cargas elétricas. Isto não é esoterismo, mas pura metafísica.

Pois bem, admitamos, então, que nossa mente é um rádio de pilha, um receptor, um canal aberto. Temos, do outro lado, o Cosmos, o Universo, a Bondade Divina, como transmissor. Se mantivermos nosso rádio nesta sintonia, aberto às vibrações positivas do Cosmos, captando toda a nossa energia para o bem, em tudo veremos o bem.

Ao contrário, se desprezarmos o Cosmos e nos mantivermos canalizados no mal, nosso rádio estará aberto a outras freqüências indesejáveis.

Você gosta de funk? Não? Então não ligue seu rádio em uma estação que só toca este tipo de música. Assim funciona nosso poder mental. Se estivermos aptos ao bem, somente o bem receberemos.

Mas, se sintonizarmos o mal, como esperar o bem e ver nas coisas belas da vida a obra do Grande Arquiteto do Universo?

Concluindo esta passagem, do bode preto, podemos concluir que, como animal que é, ser vivente e fruto da natureza, é uma maledicência afirmar tratar-se de símbolo da besta.

Assim, observando o símbolo do Taoísmo - ? -, podemos concluir tudo o que foi mencionado anteriormente. Se sua mente estiver aberta ao bem - que é o que se espera de todo o Ser vivente na Terra, o mal não lhe atingirá e você não conseguirá encontrar no bode, nas plantas e na Maçonaria, qualquer malefício.

Sem dúvida alguma, a maior crendice popular origina do bode preto.

No entanto, somente para finalizar esta parte, quando, então, analisaremos outras formas de anti-maçonarismo, inclusive na parte destinada à Internet, devemos lembrar que há festas abertas na Maçonaria, para quem desejar adentrar no Templo.

Se você tiver algum conhecido Maçom, peça a ele para lhe informar sobre o fato. Tenho certeza que, depois desta leitura e de alguma festa em que você participar, seus conceitos sobre Maçonaria serão outros.

E, quem sabe, você não será um futuro Maçom, a lutar em prol de nossa Pátria?

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