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A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO DO REI SALOMÃO
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Os que crêem sempre pautaram sua conduta pela religião, desde o amanhecer da vida e pela vida afora, na paz, no progresso, na decadência. O homem reconhece em Deus seu criador.

Na antiguidade, os povos nômades usavam, em pleno deserto, uma mesa especial consagrada aos sacrifícios religiosos, chamada altar, na qual costumavam também oferecer incenso. O altar era construído de pedras ou constituía-se de uma única e grande pedra, coberta ou não. Com a fixação das tribos em lugares estratégico, sobretudo férteis, teve início a formação das primeiras cidadelas. O homem passa a construir sua casa com materiais definitivos. A casa de Deus, o tabernáculo, que era uma tenda portátil durante o período de peregrinação pelo deserto, ganha mais espaço e é edificada com vistas a atravessar os templos. O prédio construído para abrigar o altar, por sua posição privilegiada, passa também a centro político, jurídico e comercial, além de local de reunião e decisões religiosas.

O desenvolvimento das cidades-estados em nações, com características próprias de religião, línguas, costumes, história, levou à preocupação de se construírem templos que pudessem servir às futuras dinastias e gerações.

No final do século X A.C. tem início o reinado de Salomão, que quer dizer pacífico. Logo no começo do seu reinado, no ano de 970 A.C. , aos 20 anos de idade, ele tomou a cidade de Emate, a fim de proteger a parte setentrional de seu reino.

As relações com os demais povos vizinhos eram cordiais. Entregou-se pois, o grande rei, a cuidar da organização do reino. Deu melhor assistência à cultura e as artes, revelando-se enfim hábil governador, fazendo-se cercar de eminentes auxiliares. Mantinha o exército em plena atividade. Para fins administrativos, dividiu o reino em 12 distritos. O comércio floresceu, aumentou a riqueza pública, a navegação foi incrementada, resultando em sucessivas e proveitosas viagens a Ofir e à India, com o objetivo de intensificar o comércio e de facilitar o intercurso internacional. Mandou Salomão edificar várias cidades, entre as quais Palmira, no deserto. De seu empenho em assuntos literários e científicos, resultaram tratados de botânica, sobre a vida dos animais, coleção e composição de provérbios, alguns dos quais ocupam lugar de destaque no Antigo Testamento.

A magnificência de sua mesa e a grande pompa que ostentava em suas excursões correspondiam à sua riqueza e a seu poder político. Reinou quarenta anos e faleceu no ano 931 A.C.

Na ocasião de fazer a dedicação do templo, Salomão congregou o povo para orar e pediu benção de Deus. Para a construção do templo, acumulou de seu governo 100 mil talentos de ouro e um milhão de talentos de prata. Peso e moeda da antiguidade grega e romana, o talento de ouro atualmente correspondia correspondia hoje a pouco menos de US$ 30 mil, enquanto o de prata teria atualmente o valor de quase US$ 2 mil. De seu próprio bolso o rei doou três mil talentos de ouro e sete mil de prata; os príncipes também contribuíram com cinco mil talentos de ouro, dez mil de prata e dez mil soldos de ouro, soma que equivaleria hoje a cerca de US$ 2.450 milhões.

Salomão deu início à construção do templo no quarto ano de seu reinado, despendendo no empreendimento sete anos e meio. A aliança de Salomão com Hirão, rei de Tiro, facilitou a aquisição de madeira do Líbano, bem como de hábeis artífices. O rei selecionou obreiros em todo o Israel. Entre operários, inspetores e subinspetores, entre os quais encontravam-se canaeus e israelitas, foram reunidos cerca de 180 mil trabalhadores.

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RESUMO:

550 inspetores, para 3.300 sub-inspetores, para 150.000 obreiros e cavouqueiros.

01 inspetor, para 06 sub-inspetores, e os últimos cada um para 53 obreiros, aproximadamente.

O templo foi levantado sobre o monte Moriá, no lugar que tinha sido mostrado a Davi, seu pai, na eira de Orná, Jebuseu. O plano geral obedecia ao mesmo do tabernáculo, com dimensões em dobro e ornamentação mais rica.

Como os templos Egípcios, era formado por grande conjunto de edificações. Foram construídos vários recintos, formando perímetros sucessivos, em alvenaria de grandes blocos de pedra, conforme os padrões Fenícios. Em têrno do primeiro, haviam tendas e armazéns ao ar livre para atender aos milhares de peregrinos que visitavam Jerusalém por ocasião da Páscoa. No segundo recinto, só eram admitidos os judeus, havendo ali também locais para a venda de animais destinados aos sacrifícios, e áreas livres onde o povo se reunia para tratar de assuntos políticos. No terceiro recinto só eram admitidos os sacerdotes como nos templos Egípcios. Em torno do templo propriamente dito e dos depósitos onde se guardava o Tesouro; realizavam-se às preces, os cantos e os sacrifícios. O edifício do templo, do santuário, ficava com sua entrada voltada para o Oriente.

O interior do edifício, na antiga medida côvado ou cúbito, que correspondia a 66 centímetros, tinha 60 cúbitos de comprimento por 20 de largura e 30 de altura. Vale notar, neste particular, que as proporções não condiziam com as do tabernáculo. As paredes do templo foram construídas com pedras que já vinham trabalhadas desde sua origem, todas lavradas e perfeitas. A coberta era de pranchões de cedro. Todo o interior era revestido de ouro puro, com guarnição de tábuas de cedro; ornamentavam os muros pinturas de querubins, de plantas e de flores.

O Santo dos Santos media 20 cúbitos de cada lado com igual altura. O espaço de quase dez cúbitos de alto, compreendido entre o teto e a cobertura, servia provavelmente para as câmaras superiores, revestidas de ouro. A arca onde se guardava a taboa da lei, era uma caixa de madeira da Acácia revestida internamente de ouro e com uma tampa de ouro, tendo ao todo cerca de 1,40 m por 0,85 m e altura de 0,56 m, a tampa formava uma cornija de coroamento em forma de touro e era decorada de motivos em baixo - relevo.

Repousava no Santo dos Santos sob as asas de dois colossais querubins, feitos de pau de oliveira, e cobertos de ouro. Cada um deles media dez cúbitos. As asas estendidas mediam, de ponta a ponta dez cúbitos. Elas se juntavam no meio do templo, ao mesmo tempo em que no outro externo, tocavam cada qual um parede. Os querubins, de pé, tinham os rostos voltados para o exterior do templo, imaginava-se, entre eles, a presença de Jeová, Quatro argolas de ouro podiam ser atravessadas por duas vigas, por meio das quais, a arca podia ser transportada.

A divisão entre o Santo dos Santos e o lugar Santo era feita de tábuas de cedro, forradas de ouro em ambos os lados, havia ainda duas portas de pau de oliveira, decoradas com palmas, querubins e flores, e também forradas de ouro.

O lugar santo, ou santuário, tinha 40 cúbitos de comprimento por 20 de largura e 30 de altura, com janelas próximas ao teto, para facilitar a ventilação e dar saída à fumaça. O altar do incenso era de cedro com cobertura de ouro. O altar integrava o conjunto do Santo dos Santos, mas permanecia fora dele, sem dúvida para que os sacerdotes, que só entravam no Santos dos Santos uma vez no ano, pudessem oferecer o incenso diariamente.

Havia dez castiças de ouro e dez mesas. A entrada para o santuário tinha portas de pau de faia. Sobre a parede do templo havia diversos andares com quartos em volta, destinados aos oficiais do templo e à guarda das alfaias. Diante do templo havia um pórtico de 20 cúbitos de comprimento por dez de largura e 120 de altura - as versões Setenta e Siríaca.

Este pórtico ou pilone, haviam duas colunas isoladas, destacadas a frente do templo, como os obeliscos Egípcios, erguidas dentro do pórtico de entrada, seriam ôcas, tendo cerca de 10m de altura por pouco mais de 2m de diâmetro inferior, a da direita chamava-se Iachim, (Jaquim) o que significa: ele consolidará a da esquerda Boaz, ou seja: nele está a força, simbolizavam os elementos de criação: a primeira representava a linha vertical, o que está a prumo; a segunda a linha horizontal, o que dá força. A união de ambas produz o ângulo reto, princípio fundamental da arquitetura. Assim se explica o fato de terem sido adotadas pelas corporações de arquitetar e de construtores da : idade média como símbolo dessas Associações.

Havia ainda no templo dois átrios, o dos sacerdotes e o maior, os dois separados entre si, tanto por diferença de nível como por um pequeno muro formado de três ordens de pedra cortadas e de uma ordem de cedro. No átrio dos sacerdotes havia um altar de bronze para os sacrifícios, quatro vezes maior que o que havia no tabernáculo, um mar de bronze, grande taça sustentada por doze leões, e dez bacias também de bronze. O mar destinava-se `a purificação dos sacerdotes; as bacias serviam para se lavar nelas tudo o que se houvesse de oferecer em holocausto. O átrio exterior, ou grande átrio, destinava-se ao povo de Israel. O pavimento era lajeado de pedras e havia um muro com portas.

No ano 587 A.C., quando tomaram Jerusalém, os babilônios saquearam e reduziram a cinzas este templo, só ficaram poucos trechos das muralhas de alvenaria constituídas de grandes blocos de pedra.

A reconstrução do conjunto foi empreendida por Zorobabel, cerca de 70 anos após a destruição, com a preocupação de restabelecer o plano inicial. Aumentado pelos Macabeus, (importante família de Jerusalém no séc. II A.C.), enriquecido de novas dependências por Heródes no séc. I A.C., este segundo templo foi arrasado pelo general Romano Tito, depois imperador, com suas pedras, os Romanos construíram um templo dedicado a Júpiter.

Mais tarde Constantino e Justiniano cobriram a colina do templo de edifícios religiosos cristãos, e os Árabes, depois levantaram ali as mesquitas de Omar e de Aksa. Assim, a plataforma do templo de Jerusalém tornou-se um lugar santificado para Judeus, cristãos e muçulmanos.

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